
NOSSA HISTÓRIA
Laudelino Junkes e
Verônica Diemon
casaram em 21 de junho de 1947,
em São Pedro de Alcântara/SC.
Tiveram 13 filhos:
MÔNICA, NILTON, DALVA,
VALDIR, IVONETE, JOÃO,
MARIA, GUIDO, CARMEN,
VALDENIR, ROSÂNGELA,
ROSENAIDE E INÊS.
Durante sua vida,
Laudelino e Verônica
fizeram diversas mudanças,
sempre buscando o melhor
para sua família.
Por volta de 1953 deixam Antônio Carlos/SC e
se mudam para a cidade de Jaraguá do Sul/SC
que até então contavam
com 04 filhos:
Mônica, Nilton, Dalva e Valdir.
E em Jaraguá do Sul,
nascem 03 filhos:
Ivonete, João e Maria.
Estabeleceram-se no bairro
Ilha da Figueira
na atual rua
José Antônio Plebani,
onde cultivavam várias plantações,
sendo a principal a cana de açúcar,
inclusive montou um engenho para produção cachaça.
Em 1958 vendem sua propriedade e
foram morar em Maripá, no Paraná,
permanecendo lá por apenas 08 meses
devido a problemas de saúde.
Retornam a Antônio Carlos/SC
onde nasceram 02 filhos:
Guido e Carmen.
No ano de 1962 retornam e fixam definitivamente
residência em Jaraguá do Sul,
na Ilha da Figueira e aqui
nasceram 04 filhos:
Valdemir, Rosângela,
Rosenaide e Inês.
Totalizando assim, 13 filhos.
Laudelino e Verônica
foram um dos primeiros moradores da rua,
onde atualmente ainda se encontra sua casa,
e juntamente com seus filhos,
sempre trabalharam na roça
plantando diversos cultivos e
criando diversos animais,
de onde tiravam seu sustento e
aprendendo o valor do trabalho.
Em seu engenho produziam artesanalmente,
farinha de mandioca, melado de cana e cachaça.
Laudelino e Verônica,
tiveram importante participação da fundação da
Comunidade Nossa Senhora Aparecida em 1962,
no bairro Ilha da Figueira,
onde atualmente é a
Paróquia Nossa Senhora Aparecida.
Laudelino foi presidente da Comunidade
durante um mandato
e vice em diversos outros mandatos.
Outra participação que Laudelino e Verônica tiveram,
foi na construção da Comunidade Sagrada Família,
próximo a Pedreira Rio Branco em Guaramirim.
Laudelino e Verônica
deixaram enorme descendência,
através de seus filhos, netos e bisnetos...
Colaboração: Guido Roque Junckes
- A casa original não tinha foro,
as janelas eram de madeira e
existia apenas a parte frontal (até a 3ª janela).
- Laudelino reformou e ampliou a casa
após ser transportada para o atual local.
- Em 1970 foi transportada para o atual local,
(usando a força motora de um trator,
algo inédito para a época e que
despertou a curiosidade de várias pessoas)
onde já existia o seu engenho.
- A casa estava instalada primeiramente
em outro local mas na mesma rua.

